narrador onisciente: O mágico do sonho de Isobeell é que ela ainda não sabe que este era seu primeiro sonho apenas com Z.z. Um sonho com o vácuo, o som primordial, essencial, o vento que acolhe e não afugenta. Esta sabedoria intrínseca e aterradora assustava Isobeell que sempre fora cavalo selvagem com crinas soltas, este sonho a prendia a uma situação inominável, e Isobeell não gostava de nada inominável, era daquelas que buscavam sempre a direção certa, a opinião certa, o gesto ereto, com tanto desconhecer sobre si e Z.z Isobeell não contava, e era isso, exatamente a surpresa de já conhecer mesmo sem saber que a assustava e a repelia tanto.
Por fim, mas não o fim ainda, lhes digo: nem me atrevo a interpretar este sonho e sugiro a vocês o mesmo, somente Isobeell o poderá, quiçá.
21 de julho de 2008
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